Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada nesta terça-feira (1º), mostra o derretimento contínuo do presidente Lula (PT). A reprovação ao trabalho dele subiu e, se as eleições fossem hoje, ele perderia para o casal Jair e Michelle Bolsonaro.
O instituto disse que, se os candidatos à Presidência fossem os mesmos de 2022, Bolsonaro teria 45,6% dos votos, ante 40,6% do petista. Jair Bolsonaro enfrenta acusação de golpe de estado e está inelegível por decisão do TSE.
Pesquisa
• Jair Bolsonaro (PL): 45,6%
• Lula (PT): 40,6%
• Ciro Gomes (PDT): 5,7%
• Simone Tebet (MDB): 3,1%
• Outro candidato de 2022: 2,1%
• Voto branco/nulo: 2% Não sei: 1%
Base
Segundo a CNN Brasil, a consulta popular revelou que, entre quem votou em Bolsonaro no segundo turno em 2022, 92,6% votariam nele novamente. Já entre quem votou no hoje presidente Lula, 80,9% seguiriam com o petista.
Ainda segundo a emissora, entre os que votaram em branco ou nulo no segundo turno em 2022 – um universo de 5,7 milhões de brasileiros -, 18,2% votariam em Bolsonaro no primeiro turno; 14%, em Ciro Gomes (PDT); 11%, em Simone Tebet (MDB); e 4,3%, para Lula.
E entre os que não votaram – 32,2 milhões de eleitores -, 34,9% prefeririam votar em Bolsonaro; 22,7%, em Lula; e 22,2%, em Ciro Gomes.
Desaprovação recorde
O Instituto também avaliou a aprovação da gestão Lula 3, desta vez segundo a Revista Veja. A desaprovação de Lula chegou a 53,6% em março, maior índice dentro da série de levantamentos do instituto iniciada em janeiro do ano passado — quando foi de 45,4%.
Ainda segundo a revista, dentre os entrevistados, 44,9% disseram aprovar o desempenho do petista e os 1,5% restantes não souberam responder.
Pesquisa entrevistou 4.659 brasileiros por meios digitais entre 20 e 24 de março; margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos.
Futura
Já na pesquisa da Futura Inteligência, divulgada em 26 de março, a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro venceria Lula, caso disputassem a eleição neste momento. No levantamento em questão, a esposa de Bolsonaro teria 48,5% das intenções de voto e o atual chefe do Executivo, 37,3%.
O detalhe é que Michelle nunca ocupou um cargo eletivo, nem outra função de grande expressão na política.