Com o impacto da tarifa de 25%, os exportadores brasileiros terão que ajustar suas estratégias comerciais ou enfrentar uma queda nas vendas para o mercado norte-americano.
A partir desta quarta-feira, 12 de março, entra em vigor a tarifa de 25% sobre as importações de aço e alumínio provenientes do Brasil, Canadá e México, conforme anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A medida, que faz parte das promessas de campanha de Trump para priorizar a indústria norte-americana, terá impacto direto no setor siderúrgico desses países, especialmente o Brasil, que é um dos principais exportadores desses produtos para os EUA.
A partir desta quarta-feira, 12 de março, entra em vigor a tarifa de 25% sobre as importações de aço e alumínio provenientes do Brasil, Canadá e México, conforme anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A medida, que faz parte das promessas de campanha de Trump para priorizar a indústria norte-americana, terá impacto direto no setor siderúrgico desses países, especialmente o Brasil, que é um dos principais exportadores desses produtos para os EUA.
Além disso, durante essas negociações, os Estados Unidos expressaram descontentamento com as tarifas brasileiras sobre o etanol importado, sugerindo que o Brasil tomasse uma ação em relação a isso. Em resposta, o governo brasileiro propôs uma alternativa: negociar a redução da tarifa sobre o açúcar exportado para os EUA, um produto atualmente sujeito a uma taxação de 80% acima da cota anual permitida.
Histórico de Tarifas de Aço e Alumínio
Esta não é a primeira vez que os EUA implementam tarifas sobre o aço e alumínio importados. Durante o primeiro mandato de Trump, o governo norte-americano impôs restrições semelhantes, mas as medidas foram posteriormente flexibilizadas. Em 2018, por exemplo, uma tarifa de 25% foi aplicada a todas as importações de aço, com exceção de alguns países, como o Canadá e o México. O Brasil, por sua vez, obteve uma isenção temporária ao cumprir cotas de exportação.
No entanto, a retomada das tarifas agora anunciadas marca um novo capítulo nas relações comerciais entre o Brasil e os EUA. Apesar da revogação das restrições ainda no governo Biden, o setor siderúrgico brasileiro enfrenta desafios significativos com o retorno dessa taxação.
Com o impacto da tarifa de 25%, os exportadores brasileiros terão que ajustar suas estratégias comerciais ou enfrentar uma queda nas vendas para o mercado norte-americano, o que poderá afetar a economia do setor no Brasil.